Bernardita + Tomás / Matrimonio En Cachagua

< Matrimonio En Cachagua, Chile >

\\ Matrimonio en la playa en Chile // Chegamos cedo a Cachagua e aproveitamos o tempo livre para conhecer a praia. Estava deserta. Havia uma capa fina de neblina e um cachorrinho corria feliz pela areia. Fazia calor, mas, se a gente ficasse na sombra, dava frio. Subimos um pouco mais até a pequena praia ‘Las Cujas’. Fiquei doido com a cor da água e me aproximei com tanta empolgação que não me dei conta da onda que chegava. Terminei com os sapatos encharcados. Partimos para o local do casamento (eu com os pés ainda meio molhados) e ali “perdi” mais alguns minutinhos olhando a vista. Observava – sem ressentimentos contra o mar – como aquele azul sem fim do Pacífico se dava tão bem e parecia brincar com seu melhor amigo inseparável, o azul clarinho do céu. O oceano se via ainda mais belo dali, do alto. A casa onde Bernardita e Tomás logo mais se casariam fica sobre uma colina, à beira-mar. Um privilégio.

O dia era de céu aberto e o sol brilhava, mas o vento que soprava do mar era forte e gelado. Tanto que rompeu um par de vasos com flores durante a cerimônia e deixou os guarda-chuvas decorativos do teto completamente enrolados uns aos outros. A turma da estrutura precisou improvisar algumas lonas e instalá-las durante o almoço. Imprevistos pequenos que deram um tom de graça à história deste dia em que a luz do sol chegava linda ao altar armado sobre um gramado bem verdinho, onde os noivos trocaram alianças e se emocionaram com as palavras de seus amigos e família. Bernardita também balbuciou algo para Tomás – o pouco que seu estado de emoção lhe permitiu. Ele preferiu não falar nada, e apenas entregou-lhe uma carta.

À hora da luz dourada, sequestramos os recém-casados e sugerimos que aquele seria um bom momento para que ela lesse o que ele lhe havia dedicado. Os dois então vão pra um cantinho tranquilo. Ela se senta em frente a ele, que fica em pé, com seu copo de whisky à mão, quiçá algo nervoso, esperando uma reação que, claro, não poderia ser outra senão lágrimas emocionadas e um abraço apertado. Façam isso. Fujam por 10 minutinhos. Estejam sós, longe de tudo e de todos. Sintam o instante. Toquem-se, olhem-se, admirem-se, até cair a ficha de que, sim, vocês já são casados. E depois voltem à festa para curtir com seus amigos.

Obrigado pela confiança, Berni e Tomás! Trini e eu desejamos toda a felicidade do mundo para vocês.

F.

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